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Diário estético-filosófico de um IJ (ideas jockey) ou "O que quer que possa fazer ou sonhe em fazer, comece-o. Há algo de genialidade, de poder e de magia na coragem". Goethe (1749-1832).
IJ THEORY
Assim como existem DJs (disc jockeys) e VJs (video jockeys) sugiro que se considere a profissão do IJ ou Ideas Jockey. Entre outras coisas, Jockey significa manobrar em inglês. O DJ seleciona e mixa músicas, o VJ seleciona e edita imagens, o IJ seleciona, interfere e dissemina idéias: pop filosofia.
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Histórico
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Reflexões sobre Esquerda, Ética, Marxismo, Engajamento Político, Resistência Cultural, Revolução e Crítica do Capitalismo e da Injustiça Social - parte 1.
(terapia filosófica ou como evitar o sentimento de culpa através do esclarecimento de suas próprias idéias e lógica do existir. em andamento.)
Sinto necessidade de registrar/elaborar minhas reflexões em torno dos temas acima descritos. Essa necessidade parte do incômodo que sinto toda vez que alguém, próximo ou não, sustenta/afirma idéias supostamente de esquerda, contra o sistema capitalista, a injustiça social, a história da exploração dos pobres pelos ricos, a corrupção impune, a falta de ética na mídia etc
Grosso modo, considero-me um homem de esquerda, com ideais socialistas, que deseja uma sociedade mais inclusiva, igualitária... Alguém que olha todo mundo nos olhos, que trata bem quem quer que seja, humano no contato com os trabalhadores braçais e mal pagos (Seu Antônio na Turiaçu, Dona Luzinete na Domingos Ferreira).
Como então acabo me vendo frequentemente na posição do crítico da esquerda, crítico da crítica permanente ao sistema político-econômico, impaciente com os discursos de contestação ou com a afirmação constante dos mecanismos de subjugação dos oprimidos? Não seria eu a sustentar esses discursos?
Mesmo estando de acordo com os diagnósticos apresentados, o incômodo que sinto parece ter a ver com a sensação de impotência diante de tais realidades associada a uma ausência de predileção específica. Em boa medida esses discursos não me interessam ou não me agradam. Quero um mundo melhor, quero lutar contra as injustiças, tentar de algum modo adiar a extinção da espécie humana, mas entre amigos e mesmo academicamente prefiro falar de outras coisas. Repetir as notícias de enriquecimento ilícito, tráfico de influência, perdas internacionais, analfabetismo, miséria, na ausência de um programa concreto de luta contra essas mazelas, não me parece produtivo ou interessante, nem estética nem filosoficamente.
Isso de um lado, a revelação de um incômodo que apesar de parecer muito particular, pessoal, parece-me fazer muito sentido, pois nossas preferências e predileções revelam nossas crenças e conduzem nossas ações no mundo. Falar de aversões pessoais é também fazer filosofia, psicologia e ciência.
De outra parte, existe também a impressão (um pouco paranóica, narcisista e egocêntrica sem dúvida, afinal que importam seus sentimentos de rejeição seu ninguém) de que os que falam pela ética e pela justiça, contra o capitalismo e a corrupção, excluem qualquer outra possibilidade de ação social. Como se não falar nessas questões seria necessariamente ser conivente com o status quo. E aí outro ponto fundamental a ser refletido. Qual a conseqüência prática de nossas falas e ações? O que pode ter eficiência na construção de um mundo melhor? (A questão lembra um pouco a pregação religiosa e a mensagem cristã. Fazer o bem não importa a quem. Mas o que é fazer o bem? E por outro lado, não existe fazer o bem fora da prática religiosa? E mais: levar em conta a lição de Cristo não exigiria mudar toda a forma de viver? E, da mesma maneira, tomar a sério a possibilidade de uma revolução não representaria abdicar radicalmente de uma existência burguesa?).
Em resumo parcial: meu incômodo diante dos discursos citados e na falta de disposição em pautá-los (não vou agora me debruçar sobre o marxismo e suas correntes contemporâneas, tampouco trata-se de fazer política partidária – sabemos a fatalidade dessa iniciativa) parece dever-se, de um lado, ao fato de em si mesmo referirem-se a processos e fenômenos de abordagem difícil, hipercomplexa, que não se resolvem com protestos, indignações e denúncias pontuais, e de outro à negação de certas sutilezas das relações sociais e de produção, que se levadas em consideração evitariam certas generalizações precipitadas.
Sim, eu quero influir para um mundo melhor, mas isso não significa apoiar incondicionalmente a política de Chavez ou demonizar integralmente as mídias contemporâneas e o avanço tecnológico.
O incômodo tem a ver também com o sentir-me excluído do grupo de pessoas que partilham o desejo de um mundo melhor para todos.
(Continuar e aperfeiçoar).
posted by IJ Abutre _
12:10 PM
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20.11.07  |

posted by IJ Abutre _
6:26 PM
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25.6.07  |
Das Idéias Exemplares
Por que comunicamos nossos pensamentos? (Para além da necessidade de sobrevivência.) Qual a diferença que a expressão de um pensamento pode criar?
* * *
Esforços teóricos concentrados são extremamente louváveis, espontaneidade expressiva também.
* * *
Fazer filosofia ou meta-ciência não objetiva encontrar respostas, mas sim criar e re-criar infinitamente um campo problemático. Deleuze.
* * *
A contradição é própria do espírito livre. Nem sempre estamos de acordo com nós mesmos.
* * *
Aparentemente as perguntas elaboradas já foram respondidas, mas o pensador permanece insatisfeito. Ele está interessado em perguntas sem resposta.
* * *
A inveja da matemática vem de sua precisão, clareza e objetividade.
* * *
Todos nós estamos aqui para resolvermos nossas vidas. Dar um sentido para a existência, torná-la suportável e minimamente agradável, desejável.
posted by IJ Abutre _
7:23 AM
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16.1.07  |
Do Diário Bliks
Turiaçu, 04 de junho de 2003 (quarta). 19h00.
O que estará por trás de minha improdutividade? Por que jogo fora meus dias quando mais preciso deles? Fico diante do computador organizando arquivos de mp3 e os minutos passam, as horas passam, os dias passam. Do mesmo modo com as mulheres. Não me aproximo de nenhuma e desejo a todas. Um desespero e um incômodo crescentes me dominam. Não tenho vontade de trabalhar no texto de minha tese. Leio com prazer outros textos até mais difíceis, mas o que pareço ter que fazer agora, adio sistematicamente. Certos processos são tão recorrentes que posso considerá-los hábitos. Meu desejo de potência se esvai antes de qualquer realização. De certo modo, e por outro lado, posso valorizar minha forma de viver, minha atitude no mundo e diante das pessoas. A exigência de realização obscurece o que já conquistamos: um certo modo de sentir, agir e pensar. Se não sou mais produtivo é porque meu corpo não parece achar necessário. Pressinto que meu talento latente estaria pronto a ser ativado quando a situação o exigisse. Mas a frase de Novalis ressoa: "Quem não é capaz de ser ativo premeditadamente, segundo um plano e com atenção, denuncia fraqueza".
Jacintinho, 08 de abril de 2004.
A necessidade de criar e pensar vai retornando aos poucos. O acordar é acompanhado por idéias de pesquisas, análises e criações. Ao acordar, o pensamento parece mais veloz e a criatividade, representada pela abundante e rápida geração de imagens mentais, é acompanhada por uma exaltação, quase um júbilo.
posted by IJ Abutre _
11:28 AM
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28.11.06  |

posted by IJ Abutre _
1:35 PM
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22.11.06  |
LIBERDADE PROBLEMÁTICA
No horizonte do infinito -- nós abandonamos a terra, tomamos o navio! Nós destroçamos as pontes às nossas costas -- mais ainda, cortamos todo laço com a terra que ficou para trás! Agora, pois, naviozinho! Tem cautela! Ao redor de você se estende o oceano, e é verdade que ele nem sempre ruge, e às vezes se estende como seda e ouro e devaneio de bondade. Mas virão momentos em que você perceberá que ele é infinito e que não há nada mais terrível que a infinitude. Oh, pobre pássaro que se sentiu livre e agora se choca contra as paredes desta gaiola! Ai de você, se for acometido de saudade da 'terra', como se lá tivesse havido mais liberdade -- e já não há mais 'terra' nenhuma!
F. Nietzsche, A Gaia Ciência, aforismo nº 124.
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10:26 AM
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15.11.06  |
Frases Selecionadas
"O que foi feito de mim?" - pensou U. amargurado. "Talvez uma pessoa corajosa e insubornável, que imagina respeitar poucas leis exteriores por amor à liberdade interior. Mas essa liberdade interior consta de poder pensar tudo, saber em quaquer situação humana porque não nos precisamos prender a ela e nunca saber em que nos gostaríamos de prender!". Robert Musil.
"Os desocupados captam mais coisas e são mais profundos que os atarefados: nenhuma empresa limita seu horizonte; nascidos em um eterno domingo, olham e se olham olhar. A preguiça é um ceticismo fisiológico, a dúvida da carne". E. M. Cioran.
"Há coisas que nunca vimos, ouvimos ou sentimos, cuja existência além do mais não pode ser provada -- embora jamais alguém tenha tentado prová-las -- e que no entanto corremos atrás delas, embora sua direção jamais tenha sido vista e que as sentimos antes de as termos alcançado". Franz Kafka.
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8:30 AM
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11.11.06  |
Prazeres Recentes
Figurines: "Skeleton"; TV-Resistori: "Intiaanidisko"; Psapp: "The Only Thing I Ever Wanted"
posted by IJ Abutre _
7:43 AM
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1.11.06  |
Do Diário Bliks
Campevas, 15 de agosto de 1998. 22h35.
Hoje fez um dia lindo de sol e logo depois que acordei senti-me bastante feliz e excitado. Louco para encontrar meus amigos ou namorada, conversar, beber e ouvir música. Escrevi: "Acalma-te coração feliz e ansioso. Ainda não é tempo para as melhores festas. Concentra-te e despista essa enorme comoção. Não desejes todas as mulheres amadas, nem os amigos em alteradas conversações. Resigna-te e senta. Senta e pensa. Pensa a vida com o desespero dos que morrem". Hoje também assisti a dois filmes de Godard, disparadamente meu cineasta preferido. "Uma Mulher é uma Mulher" e "A Chinesa". Amo Godard porque me identifico com sua forma de compor as relações e sobretudo as conversações cotidianas. Adoro suas referências, suas citações filosóficas, sua forma de ir e vir com a música o tempo todo. Assistir Godard é sempre sentir-me compelido à criação, é querer desenvolver minha própria impressão das coisas. Assisti com Eduardo e novamente estivemos em desacordo com relação a quase tudo. O mais desagradável não é estar em desacordo é sentir que não compartilhamos uma mundividência nem tangencialmente. (Ainda hoje o volume da minha barriga permaneceu incomodando bastante, assim como a lembrança de que emprestei um livro para um colega da PUC que não tenho certeza de ver novamente. Em consequência lembrei que perdi de vista um livro do T. S. Eliot e que Lelo está com meu violão. Fez muito calor e agora parece haver mosquitos. Sinto falta da malhação que não faço desde terça-feira.) Pela manhã teria trocado com prazer a leitura de Uexküll por uma praia com o velho Marshall ou Uncle Pajels. Como sói acontecer, minhas conversas com o velho Dudinka terminam com lamentações da minha parte de que estamos todos sozinhos e distantes e não parecemos estar na direção ou no processo de uma vida realmente criativa e interessante. Antes que eu termine minha argumentação, Eduards faz uma careta, meneia a cabeça e começa a dizer que essa busca é minha e que da parte dele as coisas estão bastante bem resolvidas. Em parte ele tem razão. Não preciso e não devo esperar por ninguém para começar a imprimir/exprimir aquilo que quero. Por outro lado, ele não sente como eu a necessidade de que as coisas façam sentido imediatamente e sejam construídas em prazer coletivo. É como se para além de todas as dúvidas sobre o sentido, a pertinência, a relevância, a originalidade, a função de fazer qualquer coisa que se possa dar o nome de arte, além de tudo isso, ainda haja a necessidade de que seja um processo coletivo. (Gostaria de ter uma forma de tornar impossível a sintonização da rede globo na minha televisão). É a velha necessidade de que as coisas façam sentido. Vivo insatisfeito com o meu corpo e lido com ele da mesma forma como com qualquer outro aspecto da minha existência: utopicamente. Imagino o dia em que terei um corpo que considerarei admirável e acho que estou no caminho de obtê-lo. O mesmo sinto com relação a minha vida criativa, intelectual, política, sexual, afetiva, material. O tempo, no entanto, passa sustentado por essas utopias semi-conscientes e nada muda de substancial. Morrerei meio-gordo, meio-preguiçoso, meio-burro, meio-mal, meio-só e meio-pobre e meu último pensamento será de que estou no caminho de mudar tudo isso. Acho que quase todo mundo vive de forma parecida, mais ou menos conscientemente.
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6:22 AM
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23.10.06  |
Do Diário Bliks
24 de novembro de 1994.
Agora entendo porque tantos momentos angustiados. É quando a escrita é uma necessidade. A sexta-feira ainda não chegou e nunca tive tanto a sensação de viver em função de um futuro ilusório. A curto prazo não vejo nada de realmente prazeroso. Trabalho como uma besta e vejo poucos resultados práticos, ganho pouco. A inteligência e o conhecimento permanecem como promessas de felicidade distantes. O amor, então, nem se fala. Meus sonhos estão povoados de mulheres. Bizinglas, Flavinha, etc. Mulheres que poderiam ser minhas se realmente as desejasse de forma intensa. Não me sinto angustiado, no entanto, neste momento. Vivo excessivamente ocupado para isso. A imagem porém do abandono total, do desespero total não me deixa. Vejo-me correndo do COS, ajoelhando-me e chorando copiosamente. É uma imagem que me persegue diariamente. Uma imagem muito bela por sinal que gostaria de usar em um filme. Aliás gostaria de fazer um filme/vídeo só com pessoas que choram, pessoas chorando. Um choro triste, melancólico e perplexo. O choro provocado pela contemplação da condição humana. Transmitir o sentimento que tenho quando imagino estas cenas seria um grande desafio.
posted by IJ Abutre _
10:18 AM
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6.10.06  |
Do Diário Bliks
Turiaçu, 27 de abril de 2003 (domingo). 14h00.
Seria preciso fazer algo quanto a tudo isso. Sofro agora de uma overdose de beleza intocada. No Skol Beats a velha e confusa sensação de ser admirado e desejado por mulheres belíssimas e não tocar nenhuma delas. Seria preciso fazer poesia, talvez um conto. Transformar as sensações dessa madrugada e que continuam me afetando agora em algo além de mim. A cabeça pesa, o corpo está exausto e não consigo parar de lembrar das dezenas de delícias que encontrei por toda parte no Anhembi. Seria preciso fazer algo diferente? Seria preciso ficar com algumas daquelas belezas. Não que eu já não tenha ficado com garotas belas e encantadoras. E isso é curioso: um desejo de beleza incontrolável. Mas a coisa toda não é complicada não. Eu sou atraente, mas não consigo agir de modo fútil. Além disso, a maioria ali assumiu a mesma postura minha: seduzir, seduzir, seduzir ... e dispensar. Mas e aquele anjo, aquela fada que veio pisar no meu pé para dizer que tinha gostado de mim, que tinha me notado? Não vi nada mais belo a noite toda. Em resumo: ser admirado e desejado, perceber que se está sendo seduzido por mulheres por quem sinto e por quem faço a mesma coisa é uma delícia revigorante, gratificante, mas não é tudo. Voltar para casa sem ter dado um único beijo é bastante frustrante. Sem dúvida posso me dar por muito feliz pelo modo como me trataram na balada, mas eu realmente queria mais. A experiência da beleza feminina em situação festiva é algo perturbador. É preciso muito autocontrole e civilização para não sair atacando todas elas como um macho primitivo na savana. O que está em jogo é aceitação recíproca e auto-estima. O de sempre: é preciso saber a hora de recuar para sair por cima e evitar uma rejeição. Por outro lado, algumas chances se perdem por esse medo. No fundo é como se eu criasse um mundo só meu que correspondesse pouco à realidade. O tempo está passando e ainda não estive com a quantidade de mulheres gostosas que eu gostaria. Conheci uma garota durante a Jornada do NESC. Olhei para ela a semana toda. Será? Será o que? Existem cem mulheres que querem dar prá mim, dessas só cinco me interessam. Existem cem mil mulheres que eu quero comer, dessas só cem me dariam na boa. Podemos viver com a frustração de não termos tido todas as mulheres que desejamos? É preciso não esquecer que do mesmo modo que o número de belas mulheres vivendo na cidade de São Paulo é imenso, o número de homens belos não fica para trás. A concorrência é enorme. E o que fazer com as mulheres que não consideramos belas. Não é ridículo ficar valorizando uma pessoa só pela sua beleza? Mesmo sabendo que sou ridículo, primitivo, tolo nesse aspecto, não consigo me desfazer desse modo de ser. Acho que é a existência estética de Kierkegaard. Avalio que isso me perseguirá um bom tempo ainda. E o mais engraçado é que eu pareço ter mais interesse em ser universalmente desejável do que em ter uma namorada ou uma esposa. Acaba rolando. Agora é aproveitar as marcas deixadas no meu corpo pela torrente de imagens maravilhosas, a auto-estima conquistada e continuar sensível, sedutor e na medida do possível: matador. Vejamos. As mais belas e gostosas são mais trabalhosas e caras. Talvez seja melhor esquecê-las. Sou feliz porque sei evitar o estresse da manutenção da bela fêmea. Permaneço inseguro e um pouco triste por isso. Seria mais feliz se delícias caíssem no meu colo com frequência?
posted by IJ Abutre _
11:19 AM
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22.9.06  |
Das Idéias Exemplares
Há algumas questões que voltam sempre. A necessidade de ser mais produtivo, a preocupação com a miséria da humanidade. Cada vez fica mais claro também a necessidade de distinguir o cultivo da minha vida mental-espiritual particular e o cultivo do relevante para as relações interpessoais. Não há dúvida, não deve haver ilusão quanto a isso. De que certas trocas ou interações entre duas ou mais pessoas que se conhecem e se gostam são quase impossíveis. Estas trocas e interações devem ser buscadas a partir de realizações que sobrevivam a nós mesmos: obras de arte, aulas talvez, trabalho criativo de forma geral. O tempo dedicado a elaboração adequada desse trabalho não impede, no entanto, que possamos investir em boas relações afetivas sem exigir delas que nos dêem o que não podem.
* * *
A quantidade de coisas que deveríamos saber é muito maior do que a que podemos saber efetivamente. Trata-se portanto de tentar definir com clareza o nosso problema, sugerir hipóteses e limpar o campo. Dizer: isso me serve e eu preciso saber, isso não me serve e eu não preciso saber agora.
* * *
Não precisamos entender ou concordar inteiramente com que pensamos em um certo momento. Melhor postura é dar vazão ao que nos ocorre. O trabalho de desvelamento da realidade é inconsciente e coletivo.
posted by IJ Abutre _
6:45 PM
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13.7.06  |

posted by IJ Abutre _
12:22 PM
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26.6.06  |
Das Idéias Exemplares
A experiência da verdade, do conhecimento é algo absolutamente interior e individual. A verdade é bem mais verdadeira quando sentimos o que a razão pode apenas constatar.
* * *
Uma composição estética vale pela sua capacidade de dar conta de uma mundividência. Seja pela negação, pelo silêncio, seja pela busca obsessiva de expressão complexa.
* * *
Existem estados de espírito realmente variáveis durante a vida. É possível estar mais ou menos satisfeito com a vida que se leva. Isso parece uma evidência agora. Nada como acordar e sentir-se alegre e disposto com o que há para se fazer.
posted by IJ Abutre _
9:31 AM
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1.5.06  |
Alegria, alegria
Senhoras e Senhores, trago boas novas, Ferreira e Bispo estão eleitos para a direção do ICHCA [2006-2010]. Muito obrigado a todo/as que nos apoiaram e demonstraram confiança e reconhecimento. No COS vencemos com 200 votos de estudantes contra 28 para a outra chapa. Sem palavras. Saudações festivas, emocionadas e prazenteiras. Salve, salve, salve!
posted by IJ Abutre _
10:52 AM
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12.3.06  |
PROPOSTAS / COMPROMISSOS
* Por uma Universidade pública, gratuita e de qualidade.
* Em defesa das metas do PDU - Plano de Desenvolvimento da Unidade, elaborado por professore/as, técnico/as e estudantes do ICHCA ao longo dos últimos oito meses
* Pela melhoria das condições de ensino e trabalho nos cursos de graduação que compõem a Unidade
* Em defesa da transparência e da moralidade administrativas e da gestão eficiente, democrática e participativa
* Pelo apoio e fortalecimento dos colegiados dos cursos na implementação e operacionalização efetiva dos novos projetos pedagógicos e na criação de novos cursos de graduação
* Por uma incansável e sistemática solicitação, viabilização e agilização das demandas da Unidade junto aos órgãos da Administração Central (reitoria)
* Pela autonomia da Unidade Acadêmica ICHCA na utilização de sua dotação orçamentária (exigi-la e defendê-la)
* Pela construção de novos prédios e ampliação dos atuais
* Pela ampliação do quadro de professores, técnicos-administrativos e bolsistas visando a melhoria dos cursos e do uso dos laboratórios
* Pela consolidação, ampliação e criação de grupos de pesquisa e extensão e de cursos de pós-graduação lato e stricto sensu
* Pelo respeito e cumprimento do Regimento Interno a ser discutido e aprovado pelo Conselho da Unidade, seu órgão deliberativo maior
* Pelos bons modos, tolerância e educação no trato com professore/as, estudantes e funcionário/as
* Pelo acompanhamento atento da presença do professor em sala de aula e da dos técnicos-administrativos em seus setores de trabalho
* Por uma maior e mais regular interação com a sociedade através do estímulo a novos programas de extensão e a variadas formas de divulgação (Rádio e TV Universitárias)
JOSÉ FERREIRA AZEVEDO,
doutor em Ciências Humanas/História Econômica pela Universidade de São Paulo/USP, é atualmente Coordenador do Curso de Especialização em História do Nordeste, professor das disciplinas Introdução ao Estudo da História e História Econômica e Coordenador do Núcleo de Pesquisas, Documentação e Informação Histórica (NPDIH). Professor da UFAL há 28 anos, exerceu diversas funções técnicas, administrativas e pedagógicas, tendo sido Chefe do Departamento de História por duas vezes e Diretor em exercício do ex-CHLA em nov/dez de 2005. Atuou na Coordenação de Extensão Cultural e foi coordenador de Projetos UFAL/FUNARTE, que resultaram na criação do Departamento de Artes da UFAL. Foi membro do Conselho Universitário/CONSUNI, de l996 a l998, representando a categoria de Professores Adjuntos. Lecionou várias disciplinas nos Cursos de Pedagogia e História, publicou artigos em Revistas e Cadernos da UFAL, além de elaborar textos didáticos para as disciplinas lecionadas regularmente e para a ministração de mini-cursos.
RONALDO BISPO DOS SANTOS,
doutor e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, é atualmente diretor adjunto do COS / ICHCA, membro do grupo de pesquisa Comunicação e Significação - UFAL/CNPq, conclui pesquisa recém-doutor financiada pela FAPEAL, coordena a reformulação do projeto pedagógico do curso de comunicação social no âmbito de suas disciplinas teóricas e leciona a disciplina de Estética e Cultura de Massa para turmas de jornalismo e relações públicas nos turnos vespertino e noturno. Professor da UFAL há 13 anos, já exerceu várias funções administrativas e pedagógicas. Foi chefe do Departamento de Comunicação Social por duas vezes, coordenador do Curso de Comunicação Social, lecionou várias disciplinas do curso, além de ter orientado inúmeros TCCs. Quando professor de disciplinas práticas de jornalismo impresso viabilizou por quatro anos, com periodicidade regular, o Jornal Laboratório Circuladô.
posted by IJ Abutre _
11:56 AM
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25.2.06  |
Walter Benjamin em seu texto clássico A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica inaugura algumas discussões fundamentais: a evolução das formas artísticas, o impacto sócio-tecnológico sobre os modos de sentir, pensar e criar, a mudança no status da arte e em nosso modo de frui-la. Alguns textos recentes retomam essas discussões e avançam novas perspectivas a partir de bases de dados mais atuais.
# JÁ NÃO SE SONHA MAIS COM A FLOR AZUL - A estética de Theodor Adorno e Walter Benjamin por José Manuel Silva
# MODERNIDADE E ALEGORIA EM WALTER BENJAMIN por Maria João Cantinho
# DO MUNDO OBJETIVO AO MUNDO-OBJETO: Formação do Imaginário Estético-Cultural no Capitalismo por Ronaldo Rosas Reis
# BEM-VINDO AO DESERTO por Maurício Gomes Angelo
# AESTHETICS AS A THEORY OF PERCEPTION? Walter Benjamin's attempt to overcome aesthetics por Eberhard Ortland
# WALTER BENJAMIN E A IMAGINAÇÃO CIBERNÉTICA - Experiência e Comunicabilidade na Era do Virtual por Cláudio Cardoso de Paiva
# MUNDO DO FILME E MUNDO DO ESPECTADOR por André França
# TRANSFORMAÇÕES DA SENSIBILIDADE MUSICAL CONTEMPORÂNEA por José Jorge de Carvalho
posted by IJ Abutre _
12:03 PM
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12.1.06  |
Mais links para textos com Análises Críticas de Produtos Estético-Midiáticos
# EPIFANIAS DO SUBLIME, DO TRÁGICO E DO MARAVILHOSO NA MINISSÉRIE HOJE É DIA DE MARIA
# PORNOGRAFIA E EROTISMO NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
# O VIDEOCLIPE NO HORIZONTE DE EXPECTATIVAS DO GÊNERO MUSICAL
posted by IJ Abutre _
8:52 AM
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11.1.06  |
Garrafas ao mar. Em 2006 toda semana um novo post. Aguardem.
posted by IJ Abutre _
12:39 PM
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31.12.05  |
Das Idéias Exemplares
É preciso não ter medo do desconhecido. Não ter preguiça com ele, não escamoteá-lo. O que ainda não sabemos expressar é aquilo no que vamos trabalhar logo adiante, nossos desafios intelectuais
* * *
É começar a estudar e começar a ter idéias. Algumas idéias são imediatamente mobilizadoras. Suponho e gostaria de constatar que circuitos e regiões são ativados quando entramos em contato com certas idéias e ficamos de algum modo estimulados, inquietos, dispostos a continuar pensando ou angustiados com a vertigem de um pensamento difícil, muito atraente, mas muito trabalhoso. Há algo que ronda meu cérebro sugerindo uma criação intelectual. Uma idéia recorrente, mas que ainda não sou capaz de expressar.
* * *
Revelação: algo nos afeta negativamente, sentimo-nos mal, esquecemos o que nos afetou e continuamos nos sentindo mal.
posted by IJ Abutre _
7:07 AM
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15.9.05  |
 
"Nossa Música" - Jean-Luc Godard
terça-feira, 23 de agosto de 2005 às 21h00
Cine Cidade - Maceió
O mais recente longa de Godard em exibição na Sessão de Arte do Cine Cidade. Imperdível.
posted by IJ Abutre _
9:30 AM
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22.8.05  |
Da série sítios quentes
GENISMO _ http://genismo.com/index.htm
Textos de vários autores que aproximam aspectos psicológicos e comportamentais de seus substratos genéticos, evolutivos. Exemplos das abordagens das novas ciências do humano.
posted by IJ Abutre _
6:38 PM
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16.8.05  |
Nota de Falecimento
Perdi todas as mensagens de e-mail recebidas nos últimos cinco anos. Toda minha corrrespondência com Lady Spangh, Bucko Marques, Luli Wonders e tantos outros amigos, os boletins do Jornal da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, as notícias das baladas paulistanas, divulgações científicas, literárias, musicais. Paciência e lição: salvar em outras mídias e pastas tudo o que parecer valer a pena. E não lamentar demais coisas que talvez eu nunca mais acessaria.
posted by IJ Abutre _
10:46 AM
rizomas:
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8.8.05  |
Das Idéias Exemplares
Os sentimentos e as sensações que experimentamos fazem de nós um tanto do que somos, do que vimos a ser. Experimentar sensações e sentimentos muito diversos daqueles da maior parte dos outros pode nos afastar radicalmente destes. Encontros são mediados pelo que constituem seus atores. Perguntar para uma pessoa quando a conhecemos: qual a sua constituição sensual-sentimental-afetiva?
* * *
Nunca é demais constatar a ausência de interlocutores com os quais seja possível pensar. Limitações intelectuais, problemas de competição, inveja e auto-estima atrapalham sobremaneira a expansão da mente. Apesar de um pouco triste e certamente menos estimulante, animado e alegre, estar sozinho é ainda a única maneira de pensar, encontrar e exprimir algo novo ou mesmo antigo, mas muito verdadeiro.
* * *
Quase todas as idéias que tenho já foram pensadas antes por outras pessoas. Ainda assim sinto que preciso criar e registrar minha própria interpretação da realidade. A idéia de que o conhecimento já não está mais na mão de ninguém, e que portanto ele deve ser construído segundo necessidades específicas a cada momento e circunstância, sem pânico por não saber se já foi dito melhor, se já foi descoberto, etc
posted by IJ Abutre _
11:03 PM
rizomas:
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18.7.05  |
CONVITE: aniversário

posted by IJ Abutre _
12:58 AM
rizomas:
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20.6.05  |
Das Idéias Exemplares
O principal objetivo de um curso superior deve ser o de auxiliar na tarefa de exercitar e aperfeiçoar as capacidades expressivas e cognitivas dos estudantes: escrever, falar, pensar. A idéia é que os alunos deixem a Universidade sabendo pensar e expressando esse bem pensar de modo claro, correto e de acordo com sua vontade. Podemos até querer ser imprecisos e incorretos livremente, desde que estejamos conscientes dessa opção. Um objetivo suplementar, mais elusivo ou difícil de atingir, é o de algum modo orientar ou reorientar seus hábitos de ação e de sentimento. Além de aperfeiçoar a expressão e o pensamento, a Universidade pode contribuir no comportamento ético e estético dos estudantes.
posted by IJ Abutre _
7:59 AM
rizomas:
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12.4.05  |
Raros e improváveis leitores, apesar da irregularidade e longa falta de atualização, este espaço de publicação e divulgação de impressões e idéias ainda não inviabilizou-se por completo. Seguem outras "Idéias Exemplares" (infelizmente não posso dizer "novas", pois pouco tem me ocorrido).
Das Idéias Exemplares
Diálogos, conversas levam rapidamente a confusões insuperáveis. A linguagem verbal, o discurso lógico-linear utilizado intersubjetivamente é fonte de inúmeros mal-entendidos e desencontros.
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É preciso talvez desistir de dialogar com os próximos e desenvolver um conjunto de reflexões razoavelmente independente de interlocutores. Expressar o que se tem vontade, do jeito que for possível, sem pensar na crítica e nas exigências imediatas. Torcer para que isso faça algum sentido.
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Queremos sempre nos sentir bem. Cada um responde de modo diferente a essa necessidade.
posted by IJ Abutre _
4:03 PM
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13.1.05  |
Das Idéias Exemplares
O homem do conhecimento (Nietzsche) toma para si os acontecimentos a sua volta não como motes para ação, mas para a descoberta e a reflexão.
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Muitas de nossas idéias sobre a vida ajudam-nos a superar vários maus sentimentos.
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Há inúmeros momentos em que um interlocutor não nos retorna uma fala consequente. Afirma-se algo, espera-se um certo desenvolvimento do dito e surge uma intervenção totalmente fora de propósito. Mesmo que seja possível supor que esses desvios temáticos possam ter valor por sua originalidade ou imprevisibilidade, ficamos profundamente irritados com a perda de mais uma oportunidade de desenvolvermos um raciocínio, uma conversa inteligente.
posted by IJ Abutre _
6:41 PM
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7.12.04  |
Links para textos de Análise Crítica de Produtos Estético-Midiáticos:
# ELEMENTOS PARA UMA CRÍTICA DA CULTURA PÓS-MODERNA
# EDUCAÇÃO PARA A MÍDIA: A EMISSÃO/RECEPÇÃO MUSICAL MIDIÁTICA E A REALIDADE ESCOLAR
# ÊXTASE DA JUVENTUDE & ESTESIA DA TELEVISÃO
# A TIRANIA DA COMUNICAÇÃO, MESSIANISMO MIDIÁTICO
# ADMIRÁVEL MUNDO CÍBRIDO
# TELENOVELAS E REPRESENTAÇÕES SOCIAIS: UM ESTUDO DE CASO SOBRE "MULHERES APAIXONADAS"
# MÚSICA E CAPITAL MIDIÁTICO: INTRODUÇÃO A UMA CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA DO GOSTO
# OS PONTOS CONVERGENTES ENTRE A ARTE, A LITERATURA E A PROPAGANDA
# AS MÍDIAS E AS LINGUAGENS TOTALITÁRIAS
# A ENCENAÇÃO DA VIOLÊNCIA: UM EXEMPLO NO FILME CIDADE DE DEUS
# ESTÉTICA PUBLICITÁRIA & LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA: UMA ANÁLISE IMAGÉTICA E PÓS-MODERNA DE CIDADE DE DEUS
# O ANALÓGICO E O DIGITAL: A POLITIZAÇÃO TECNOESTÉTICA DO DISCURSO DOS DJS
posted by IJ Abutre _
5:22 AM
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10.11.04  |
Novo Nick Cave
ABATTOIR BLUES / THE LYRE OF ORPHEUS

posted by IJ Abutre _
9:26 PM
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27.10.04  |
Indicações Musicais (audições recentes):
Chris & Carla: "Swinger 500" e Feist: "Let it Die"
Themes: Solitude, Introspection
Moods: Bittersweet, Intimate, Stylish, Refined/ Mannered, Cathartic, Reflective, Sophisticated, Delicate
Style: Alternative, Indie Rock
posted by IJ Abutre _
7:21 PM
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19.10.04  |
Indicação Cinematográfica
"As Luzes de um Verão" de Tran Anh Hung
Delicadeza, suavidade, beleza em estado puro. O melhor filme oriental que vi nos últimos dez anos.
posted by IJ Abutre _
1:40 PM
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10.10.04  |

posted by IJ Abutre _
11:26 AM
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27.9.04  |
Das Idéias Exemplares
É quase impossível não pensar em agradecer a um deus quando algo de bom nos acontece. Por mais ateu que se seja sempre resta uma primitiva necessidade de louvação metafísica.
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No curso de nossas vidas uma infinidade de sentimentos emerge da percepção de nossas emoções. Com o passar do tempo certos sentimentos desaparecem quase que completamente. E é com nostalgia que lembramos de havê-los sentido.
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Todas nossas certezas podem ser usadas contra nós. Opiniões diversas sustentadas em uma conversação são motivos de mal estar freqüentes.
posted by IJ Abutre _
5:56 AM
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17.9.04  |
Quadro Completo da Primavera
Folhinhas.
Linhas. Zibelinas só-
zinhas.
Vladímir Maiakóvski (1893-1930)
posted by IJ Abutre _
8:56 AM
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13.9.04  |
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